A cerca de onze quilómetros da sede do concelho e a menos de quarenta de Lisboa, a freguesia de S. Silvestre de Gradil está situada na margem direita da ribeira de Pedrunhos, afluente da margem esquerda do rio de Cucos. A nível económico, Gradil tem como uma das principais actividades económicas, a agricultura.
Um dos primeiros documentos escritos relativos a Gradil data do século XIV. Assinado por D. Dinis, é a doação de um vasto território, em 1320, ao tesoureiro da coroa, Pedro Salgado. Nesse espaço estava incluída a herdade de Gradil, conforme é referido explicitamente no texto real: "o Regaengo de Torres Vedras da Eixara que he chamado Gradil".
A igreja matriz consagrada a S. Silvestre é o mais importante monumento desta freguesia. As paredes são decoradas com azulejos seiscentistas e a pia baptismal é do século XVI.